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segunda-feira, abril 14, 2008

Santo "Ecuménico" I - Santiago.


Santiago também conhecido por Santo Iago de Iacobus, Tiago Maior, ou Tiago filho de Zebedeu é um dos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo que pregou na península Ibérica.
Foi martirizado em Jerusalém, no ano 44 AD.

Segundo certas tradições, São Tiago foi visto pelos cristãos, cavalgando à frente da batalha num cavalo branco, com sua espada, sendo a partir de então apelidado de Matamouros. Foi sob a sua bandeira que o Cristianismo reconquistou a Espanha.

Benévolo leitor, se o facto de Santiago ser cavaleiro o escandaliza, não é de certo o primeiro. E se lhe escandaliza o facto de tão grande Santo lutar contra os mouros (e índios), o caro leitor pode ser um ecuménico! Não se escandalize, benévolo leitor, com a defesa de Deus Nosso Senhor que este Santo Apóstolo fez nas terras hispânicas.

Vejamos:

Sempre houve vozes contra o patronato guerreiro. O pioneiro fora um peregrino grego de nome Ostiano. O sucedido fora nas vésperas da conquista de Coimbra pelo rei de Castela Fernando I o Grande (morto em 1065). Ostiano que culminou sua peregrinação a Santiago, escutou uns comentários de uns peregrinos esta particular faceta do Apóstolo a cavalo e brandindo uma espada, coisa que o escandalizou. O peregrino recriminou aos outros devotos que pintaram o santo como ginete e espadachim, dizendo-lhes assim:

“Amigos, não o chameis de cavaleiro mas de pescador!”

Pela noite, segundo conta a tradição repetida nas crónicas medievais, apareceu-lhe em sonhos o Senhor Santiago que calça esporas, vestido com roupas radiantes e portando nas suas mãos umas chaves, e lhe disse:

“ Ostiano, não duvides de minha cavalaria, que que hás de saber que sou cavaleiro de meu Senhor Jesus Cristo ajudador dos cristãos contra os mouros, e digo-te mais: com estas chaves que tenho na mão, amanhã domingo à terça hora, abrirei as portas de Coimbra e a darei ao Rei Dom Fernando.”

Ostiano, o ecuménico e incrédulo escaldado, comunicou no dia seguinte a celestial aparição às autoridades eclesiásticas. À hora prevista os mouros de Coimbra sucumbiam depois de um prolongado assédio e as hostes de Fernando I entravam em glória na mesquita convertida em Catedral.


Oração I

Ó Glorioso Santiago, devido ao teu fervor e generosidade, Jesus escolheu-te para testemunhar a Sua glória no Monte e Sua agonia no Jardim. Obtende para nós força e consolação nas dificuldades desta vida. Ajudai-nos a seguir a Cristo constante e generosamente, afim de sermos vitoriosos sobre todas as dificuldades e para recebermos a coroa de glória no Céu. Amen

* Como vê, benévolo leitor, este santo não é nada ecuménico, é o santo das cruzadas e da reconquista, é o Matamouros!


segunda-feira, março 31, 2008

Regina Caeli

Dizem que o povo não sabe latim, até pode ser verdade. Pode não saber latim profundamente, mas ao menos reza em latim. Sim, carissimo leitor, o povo já reza em latim, pelo menos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Portanto, não vale argumentar que lá por não se saber falar fluentemente em latim não se possa rezar nessa dita língua, como se tal fosse uma prática escandalosa.

Para que o benévolo leitor possa confirmar o que digo, aconselho-o a ouvir a oração Regina Coeli pelo próprio Papa neste domingo dia 30 de Março de 2008 anno Domini. O Papa inicia a oração e umas vozes respondem, infelizmente neste domingo essas vozes não se ouviram muito bem, e o povo responde, em latim, juntamente com essas vozes, que ignoro de quem sejam.

Aqui segue a oração Regina Coeli *(clique para ouvir):











Latine (1)
em português (1)
Regína cæli lætáre, allelúia.Rainha dos céus, alegrai-vos. Aleluia!
Quia quelli merúisti portáre, allelúia.Porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
Resurréxit, sicut dixit, allelúia.Ressuscitou como disse. Aleluia!
Ora pro nobis Deum, allelúia.Rogai por nós a Deus. Aleluia!
Gaude et lætáre, Virgo María, allelúia.D./ Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria. Aleluia!
Quia surréxit Dominus vere, allelúia.C./ Porque o Senhor ressuscitou, verdadeiramente. Aleluia!
Orémus.
Deus, qui per resurrectiónem Filii tui Dómini nostri Iesu Christi mundum lætificáre dignátus es, præsta, quǽsumus, ut per eius Genetrícem Virginem Maríam perpétuæ capiámus gáudia vitæ.
Per eundem Christum Dóminum nostrum. Amen.
Oremos.
Ó Deus, que enchestes o mundo de alegria
com a ressurreição do Vosso Filho, nosso
Senhor Jesus Cristo,
concedei, nós vo-lo pedimos,
que pela intercessão da Virgem Maria,
Sua Mãe,
alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Senhor nosso.


* O ficheiro muda todas as semanas.

Actualmente a oração Regina Caeli é usada como um hino de alegria durante o Tempo Pascal (desde o Domingo de Páscoa até ao Domingo da Trindade, ate ano de 2008 desde dia 23 de Março até 18 de Maio) que se usa no lugar do Angelus. (2)

(1) Catecismo da Igreja Católica, Compêndio, acedido em http://www.vatican.va/archive/compendium_ccc/documents/archive_2005_compendium-ccc_po.html aos 31.III.2008 AD.
(2) Michael Martin, Regina Caeli, acedido em http://www.preces-latinae.org/thesaurus/BVM/ReginaCaeli.html aos 31.III.2008 AD.

Credo em Latim

Depois de ter escrito sobre "Professio Fidei Tridentina" ou "Credo de Pio IV", pareceu-me por bem, partilhar com o benévolo leitor, como soa o Credo em Latim. Obviamente este credo, que partilho com o benévolo leitor, não é o anterior na íntegra, mas o Credo de Niceia (Sybolum Nicaenum) o qual está contido no Credo de Pio IV.
Para que o benévolo leitor o possa identificar no escrito anterior, o credo de Niceia inicia-se assim:

Credo in unum Deum, Patrem omnipotentem, factorem caeli et terrae, visibilium omnium et invisibilium.

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Canto Gregoriano de Saint-Benoît-du-Lac (Abbey : Québec), Credo IV.

quarta-feira, março 19, 2008

Professio fidei Tridentina

A "Professio fidei Tridentina", também conhecido por "Credo de Saom Pio IV", he hum dos quatro Credos authoritativos da Igreja Catholica. Foi lançado aos 13 de Novembro de 1565 pelo Papa Pio IV na sua Bulla "Iniunctum nobis" sob os auspicios do Concilio de Trento (1545-1563). Elle foi subsequencialmente ligeiramente modificado depois do Concilio Vaticano I (1869-1870) para o por de accordo com as defeniçoens dogmaticas do Concilio. A principal intençaom do Credo foi defenir claramente a Fé Catholica contra a protestante.
Em tempos foi usado por Theologos como um juramento de fidelidade à Igreja e para reconciliar conversos à Igreja, mas raramente he usado nestes dias.















Professio fidei Tridentina
LatinePortuguez
Ego N. firma fide credo et profiteor omnia et singula, quae continentur in Symbolo, quo Sancta Romana ecclesia utitur, videlicet: Eu, N., com huma Fé firme acredito e professo todas e cada huma das coisas que estaom contidas no Credo que a Sancta Igreja Romana faz uso. A saber:
Credo in unum Deum, Patrem omnipotentem, factorem caeli et terrae, visibilium omnium et invisibilium. Et in unum Dominum Iesum Christum, Filium Dei unigenitum, et ex Patre natum ante omnia saecula. Deum de Deo, Lumen de Lumine, Deum verum de Deo vero, genitum non factum, consubstantialem Patri; per quem omnia facta sunt. Qui propter nos homines et propter nostram salutem descendit de caelis. Et incarnatus est de Spiritu Sancto ex Maria Virgine, et homo factus est. Crucifixus etiam pro nobis sub Pontio Pilato, passus et sepultus est, et resurrexit tertia die, secundum Scripturas, et ascendit in caelum, sedet ad dexteram Patris. Et iterum venturus est cum gloria, iudicare vivos et mortuos, cuius regni non erit finis. Et in Spiritum Sanctum, Dominum et vivificantem, qui ex Patre Filioque procedit. Qui cum Patre et Filio simul adoratur et conglorificatur: qui locutus est per prophetas. Et unam, sanctam, catholicam et apostolicam Ecclesiam. Confiteor unum baptisma in remissionem peccatorum. Et expecto resurrectionem mortuorum, et vitam venturi saeculi. Amen.Creio em um só Deus, Pae todo-poderoso, Creador do Ceo e da Terra,
De todas as coisas visiveis e invisiveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Christo,
Filho Unigenito de Deus, nascido do Pae antes de todos os seculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro;
gerado, naom creado, consubstancial ao Pae. Por Elle todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvaçaom desceu dos Ceos.
E encarnou pelo Espirito Sancto, no seio da Virgem Maria e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Poncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escripturas; e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pae.
De novo há-de vir em sua gloria para julgar os vivos e os mortos; e o seu Regno naom terá fim.
Creio no Espirito Sancto, Senhor que dá a vida, e procede do Pae e do Filho;
e com o Pae e o Filho he adorado e glorificado: Ele que falou pelos Prophetas. Creio na Igreja una, sancta, catholica e apostolica. Professo um só baptismo para a remissaom dos peccados.E espero a ressurreiçaom dos mortos e vida do mundo que há-de vir. Amen.

Apostolicas et Ecclesiasticas traditiones reliquasque eiusdem ecclesiae observationes et constitutiones firmissime admitto et amplector.As tradiçoens Apostolicas e Ecclesiasticas e todas as outras observancias e constituiçoens da mesma Igreja, eu firmemente admitto e acceito.
Item sacram Scripturam iuxta eum sensum, quem tenuit et tenet sancta Mater Ecclesia, cuius est iudicare de vero sensu et interpretatione sacrarum Scripturarum, admitto; nec eam umquam nisi iuxta unanimem consensum Patrum, accipiam et interpretabor.Também acceito a Sagrada Escriptura, de accordo com esse senso que a Sancta Mãe Igreja tem sustentado, e sustenta, e a quem Ella pertence julgar o verdadeiro sentido e interpretaçaom das Escripturas. Nem nunca vou acceitar e interpretá-las senaom de accordo com o consentimento unanime dos Padres.
Profiteor quoque septem esse vere et proprie Sacramenta novae legis a Iesu Christo Domino nostro instituta, atque ad salutem humani generis, licet non omnia singulis, necessaria: scilicet Baptismum, Confirmationem, Eucharistiam, Paenitentiam, Extremam Unctionem, Ordinem et Matrimonium; illaque gratiam conferre; et ex his Baptismum, Confirmationem et Ordinem sine sacrilegio reiterari non posse. Receptos quoque et approbatos Ecclesiae catholicae ritus in supradictorum omnium Sacramentorum solemni administratione recipio et admitto.Eu também professo que existe verdadeira e devidamente Septe Sacramentos da Nova Lei, instituidos por Jesus Christo, nosso Senhor, e necessarios para a salvaçaom do género humano, embora nem todos saom necessarios para todos, a saber: Baptismo, Confirmaçaom, Eucaristia, Penitencia, Extrema Uncçaom, Sanctas Ordens, e Matrimonio; e que conferem graça, e que destes, Baptismo, Confirmação, e Sanctas Ordens naom pode ser repetido sem sacrilegio. Eu também recebo e admito as cerimonias acceitas e aprovadas da Igreja Catholica na administraçaom solemne dos referidos sacramentos.
Omnia et singula, quae de peccato originali et de iustificatione in sacrosancta Tridentina Synodo definita et declarata fuerunt, amplector et recipio.Eu acceito e adopto cada coisa e tudo o que foi definido e declarado no sagrado Concilio de Trento sobre o peccado original e a justificaçaom.
Profiteor pariter, in Missa offerri Deo verum, proprium et propitiatorium sacrificium pro vivis et defunctis. Atque in sanctissimo Eucharistiae Sacramento esse vere, realiter et substantialiter Corpus et Sanguinem, una cum anima et divinitate Domini nostri Iesu Christi, fierique conversionem totius substantiae panis in Corpus ac totius substantiae vini in Sanguinem, quam conversionem Ecclesia catholica transubstantiationem appellat. Fateor etiam sub altera tantum specie totum atque integrum Christum verumque Sacramentum sumi.Professo, igualmente, que na Missa é offerecido a Deus um verdadeiro, proprio e propiciatorio sacrificio para os vivos e os mortos e que no mais Sagrado Sacramento da Eucharistia existe verdadeira, real e substancialmente o Corpo e Sangue e, em conjunto com a Alma e Divindade de nosso Senhor Jesus Christo; e que occorre uma conversaom de toda a substancia do paom em Corpo e de toda a substancia do vinho no Sangue, cuja conversão a Igreja Catholica denomina de Transubstantiaçaom. Eu também confesso que, sob qualquer uma das espécies, Christo é recebido todo e inteiro e um verdadeiro sacramento.
Constanter teneo, Purgatorium esse, animasque ibi detentas fidelium suffragiis iuvari. Similiter et Sanctos, una cum Christo regnantes, venerandos atque invocandos esse, eosque orationes Deo pro nobis offerre, atque eorum reliquias esse venerandas. Firmiter assero, imagines Christi ac Deiparae semper Virginis, necnon aliorum Sanctorum habendas et retinendas esse, atque eis debitum honorem et venerationem impertiendam.Estou firmemente seguro que existe um Purgatorio, e que as almas ahi detidos saom ajudadas pelos suffragios dos fieis. Do mesmo modo, que os sanctos, reinantes juntamente com Christo, deveraom ser honrados e invocados, e que eles offerecem oraçoens a Deus para nós, e que as suas reliquias deveraom a ser veneradas. Firmemente affirmo que as imagens de Christo, da Mãe de Deus, sempre Virgem, e também de outros Sanctos, devem ser mantidas e conservadas, e que a devida honra e veneraçaom, deve ser-lhes dada.
Indulgentiarum etiam potestatem a Christo in Ecclesia relictam fuisse, illarumque usum Christiano populo maxime salutarem esse affirmo.Também affirmo que o poder de indulgencias foi deixado por Christo na Igreja, e que o uso dellas é mais salutar para povo cristaom.
Sanctam, catholicam et apostolicam Romanam Ecclesiam omnium ecclesiarum matrem et magistram agnosco, Romanoque Pontifici, beati Petri Apostolorum principis successori, ac Iesu Christi Vicario, veram oboedientiam spondeo ac iuro.Reconheço a Sancta Igreja Catholica Apostolica Romana como a mãe de todas as igrejas e mestra; e eu prometo verdadeira oboediencia ao Bispo de Roma, successor de Saom Pedro, o Principe dos Apostolos, e Vigario de Jesus Christo.
Cetera item omnia a sacris canonibus et oecumenicis Conciliis, ac praecipue a sacrosancta Tridentina Synodo, et ab oecumenico Concilio Vaticano tradita, definita et declarata, praesertim de Romani Pontificis Primatu et infallibili Magisterio, indubitanter recipio ac profiteor; simulque contraria omnia, atque haereses quascumque ab Ecclesia damnatas et reiectas et anathematizatas ego pariter damno, reicio, et anathematizo.Eu também, indubitavelmente, recebo e professo todas as outras coisas entregues, definida e declarada pelos sagrados Canons, e Concilios geraes, e particularmente pelo Sancto Concilio de Trento, e pelo Concilio ecumenico do Vaticano, designadamente sobre o primado do Pontifice Romano e o seu magisterio infalivel. Eu condemno, rejeito, e anathematizo todas as coisas contrarias a ele, e todas as heresias que a Igreja tem condenado, rejeitado, e anathematizado.
Hanc veram Catholicam Fidem, extra quam nemo salvus esse potest, quam in praesenti sponte profiteor et veraciter teneo, eandem integram, et immaculatam usque ad extremum vitae spiritum, constantissime, Deo adiuvante, retinere et confiteri, atque a meis subditis, vel illis, quorum cura ad me in munere meo spectabit, teneri, doceri et praedicari, quantum in me erit, curaturum, ego idem N. spondeo, voveo ac iuro. Sic me Deus adiuvet et haec sancta Dei Evangelia.Esta verdadeira Fé Catholica, fora da qual ninguém pode ser salvo, que eu agora professo livremente e aos quais eu verdadeiramente adhiro, professo e juro manter inviolada e com firme constancia, com a ajuda de Deus até ao ultimo sopro de vida . E vou esforçar me, na medida do possivel, que esta mesma Fé deve ser conservada, ensinada, e professada por todos aquelles a quem eu tenho mais obrigaçaom. Eu, N., comprometo-me, prometo, e juro. Assim Deus e esses Sanctos Evangelhos de Deus me ajudem.

Michael Martin, "Professio fidei Tidentina", em http://www.preces-latinae.org/thesaurus/Symbola/Tridentinae.html aos 19.III.2008 AD.

sábado, março 15, 2008

Saom José

Salvé Maria! Ave, ò Saom José, homem justo, esposo virginal de Maria, e pae davidico do Messias!
Hoje aos 15 de Março de 2008 he o dia de Saom José.

Segundo o blogue "Chama Viva do Carmo", este anno, por questoens de organizaçaom do calendario liturgico a Festa de Saom José passa para o dia 15 de Março. [1]

Neste escripto vou escrever algumas oraçoens a Saom José, que no meu pequeno parecer, falam abundantemente da Sua Vida.

Eis uma representaçaom de Saom José:



Saom José he representado geralmente segurando o Menino Jesus e uma açucena. Por vezes também se acompanha de ferramentas de carpinteiro, calice ou cruz. [2]
 

Oraçoens:

Ave, ò Saom José, homem justo, esposo virginal de Maria, e pae davidico do Messias;
bendito hes tu entre os homens, e bendito he o filho de Deus que a ti foi confiado: Jesus.
Saom José, Padroeiro da Igreja universal, guarda as nossas familias na paz e na graça divina, e socorre-nos na hora da nossa morte. Amen. [3]


A Vós, Saom José, recorremos em nossa tribulaçaom, e cheios de confiança,  sollicitamos o Vosso patrocinio. Pelo laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Immaculada, Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente Vos supplicamos que lanceis um olhar benigno sobre nós, que sommos a herança que Jesus Christo conquistou com seu sangue, e nos socorrais nas nossas necessidades, com o vosso auxilio e poder.
Protegei, ò guarda providente da divina familia, o povo eleito de Jesus Christo. Afastai para longe de nós, ò pae amantissimo, a peste do erro e do vicio. Assisti-nos, do alto do Ceo, ò nosso fortissimo sustentaculo, na luta contra o poder das trevas, e assim como outrora salvastes a vida ameaçada do Menino Jesus, defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas dos seus inimigos e de toda a adversidade. Amparai a cada hum de nós com o vosso constante patrocínio, affim de que, sustentados com o Vosso auxilio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no Ceo a eterna bem-adventurança. Amen. [4]

Glorioso Saom José, modello de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espirito de penitencia, para a expiaçaom de meus numerosos peccados; de trabalhar com consciencia, pondo o culto do dever acima de minhas inclinaçoens; de trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como huma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus; de trabalhar com ordem, paz, moderaçaom e paciencia, sem nunca recuar perante o cansaço e as difficuldades; de trabalhar sobretudo com pureza de intençaom e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omittido e da vã complacencia no successo, taom funesta à obra de Deus.
Tudo para Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitaçaom, ò Patriarcha Saom José! Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amen. [5]

Dores e Alegrias de Saom José

Porque o Saom José estava associado à Sancta Maria nos Seus gloriosos privilégios, Ele teve também de soffrer como Ela e o seu coraçaom também foi atravessado por septe espadas. [6]

Como o escripto já vai longo, e naom quero maçar o benevolo leitor com muitas lettras, prefiro encaminhar para o site onde poderá ler a devoçaom das Septe Dores e Alegrias de Saom José:

http://rosariopermanente.vilabol.uol.com.br/devocoes/sjosesete.htm


[1] Carmo de Aveiro, "Dia 15 - Festa de Saom José", accedido em http://chamavivadocarmo.blogspot.com/2008/03/dia-15-festa-de-so-jos.html aos 15.III.2008AD
[2] "Saint Joseph", accedido em http://saints.sqpn.com/saintj01.htm aos 15.III.2008 AD
[3] "Avé, ò Saom José", accedido em http://www.paroquias.org/oracoes/?o=150 aos 15.III.2008 AD
[4]"Oraçaom a Saom José pela Sancta Igreja", accedido em http://www.paroquias.org/oracoes/?o=154 aos 15.III.2008 AD
[5] Saom Pio X, "Oraçaom a Saom José", accedido em br.geocities.com/marcoantoniocaldeira/Religiao.htm aos 15.III.2008 AD
[6] St Peter Julian Eymard, "Suffering of Saint Joseph - His seven sorrows", accedido em http://www.fatimacrusader.com/cr82/cr82pg27.asp aos 15.III.2008 AD

sexta-feira, março 14, 2008

Oraçaom a Jesus Crucificado

Concede-se Indulgencia Plenaria a quem, depois de se ter devidamente confessado e commungado, reze esta oraçaom diante de alguma imagem de Jesus Crucificado, na sexta-feira do tempo de Quaresma e da Paixaom; nos outros dias do anno concede-se indulgencia parcial.






Eis-me aqui, ò Bom e Dulcissimo Jesus, prostado de joelhos diante de Vossa Divina presença, Vos peço e supplico com o mais ardente fervor, que imprimais no meu coraçaom vivos sentimentos de fé, esperança e charidade, e hum verdadeiro arrependimento de os meus peccados com vontade firmissima de os emendar, enquanto eu, com grande affecto e dor de alma, considero e medito na Vossas cinco chagas, tendo diante de os olhos o que já o Sancto Propheta David dizia de Vós, ò Bom Jesus: «Trespassaram as minhas maons e os meus pés, e contaram todos os meus ossos».

Pélach, E., Kühner, A., "Manual da Doutrina Católica", 2ª edição, Edições CAS, 1978.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Dia 16 de Janeiro, o dia dos Santos Mártires Franciscanos

No passado dia 16 de Janeiro, que pareceu um dia igual aos outros, foi o dia dos santos mártires franciscanos, vítimas do pacifismo muçulmano. Esses mesmos mártires inspiraram Santo António de Lisboa ( por ter nascido em Lisboa) ou de Pádua (terra onde morreu) a ser franciscano. Chegou a ir evangelizar em Marrocos.

Os santos mártires franciscanos foram:

- Acursies (leigo);
- Adjutus (leigo);
- Beraldus (padre);
- Otto (padre);
- Pedro(padre);

Foram enviados por São Francisco de Assis para evangelizar os Mouros ocidentais. Eles pregaram em Itália, Aragão, Coimbra, Sevilha e finalmente em Marrocos, onde foram banidos e a seu regresso martirizados. (1)

Foram martirizados em Marrocos por flagelação até que apareceu a descoberto as suas costelas, depois de terem vertido óleo fervente e vinagre nas suas feridas, arrastaram os seus corpos em pedras afiadas e depois decapidados à espada. As suas relíquias foram resgatadas e agora estão no Mosteira da Santa Cruz em Coimbra. (1)

Foram canonizados pelo Papa Sixtus IV em 1481. (1)

Os Santos mártires que foram pregar, sem violas para embalar os pacíficos mouros, deram exemplo com os seus corpos torturados e induziram Sto António a ser franciscano; o qual foi evangelizar a Marrocos mesmo tendo visto o que acontecera aos frades. Eis exemplos de coragem!

Querido Santo António, tornaste-te um Franciscano com esperança de partilhar o vosso sangue por Cristo. Nos planos de Deus designados para vós, a vossa sede de martírio nunca foi satisfeita. Santo António, Martir de Desejo, orai para que me torne menos amedrontado, para que me mantenha firme e seja contado como um seguidor do Senhor Jesus. Intercedei também pelas minhas outras intenções. (nomeá-las) (2)

(1) Catholic-Forum, Adjutus, em: http://www.catholic-forum.com/saints/sainta83.htm, acedido a 18/01/2008
(2) Catholic-Forum, Franciscan Mission Associates, Prayer to Saint Anthony of Padua, Martyr of Desire, em: http://www.catholic-forum.com/saints/pray0705.htm, acedido a 18/01/2008.



quinta-feira, maio 03, 2007

A Fé

Diz-nos Santo Agostinho sobre a Fé:

"Fides si non cogitatur nulla est" ("De praedestinatione sanctorum", 5; PL 44, 963).

"A Fé, sem razão, é nula" (1)
.........................................................

O Concílio Vaticano I também nos fala sobre a Fé, e diz entre outras definições:

1797. Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, jamais pode haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os mistérios e infunde a fé, dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não pode negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais contradizer à verdade. A vã aparência de tal contradição nasce principalmente ou de os dogmas da fé não terem sido entendidos e expostos segundo a mente da Igreja, ou de se terem as simples opiniões em conta de axiomas certos da razão. Por conseguinte, "definimos como inteiramente falsas qualquer asserção contrária a uma verdade de fé" [V Concílio de Latrão]. (2)

1810. Cân. 1 – Se alguém afirmar que a razão humana é de tal modo independente, que Deus não possa impor-lhe a fé – seja excomungado [cf. nº 1789] (3)

1816. Cân. 1 - Se alguém disser que na revelação divina não há nenhum mistério verdadeiro e propriamente dito, mas que todos os dogmas da fé podem ser compreendidos e demonstrados pela razão, devidamente cultivada, por meio dos princípios naturais – seja excomungado [cf. nº 1795 sq]. (4)

Portanto, a partir destes textos conclui-se que não há contradição entre a Fé e a razão. E que um mistério divino não pode ser absolutamente conhecido pela razão, pois caso contrário deixaria de ser mistério, mas obviamente esse mistério não é irracional, mas racional, embora não totalmente ententido pela nossa razão.

No Catecismo(5) on-line do vaticano aind podemos encontrar estas defenições de fé:

176 A fé é uma adesão pessoal do homém inteiro a Deus que se revela. Compreende uma adesão da inteligência e da vontadade à Revelação que Deus fez de si mesmo mediante as suas obras e suas palavras.
177 "Crer" entranha, pois, uma dupla referência: à pessoa e à verdade; à verdade por confiança na pessoa que a testifica.
178 Não devemos crer em ninguem que não seja Deus, Pai, Filho, e Espírito Santo.
179 A fé é um dom sobrenatural de Deus. Para crer, o homem necessita os auxilios interiores do Espírito Santo.
180 "Crer" é um acto humano, consciente e livre, que corresnponde à dignidade da pessoa humana.
181 "Crer" é um acto eclesial. A Fé da Igreja, precede, engendra, conduz e alimenta nossa fé. A Igreja é a mãe de todos os crentes. "Ninguém pode ter a Deus por Pai se não tem a Igreja por mãe" ( S. Cipriano, unit. eccl.: PL4,503A).
182 "Cremos em todas aquelas coisas que se contêm na palavra de Deus escrita ou tranmitida e são propostas pela Igreja...para serem acreditadas como divinamente reveladas. (Paulo VI, SPF 20)
183 A fé é necessária para a salvação. O senhor mesmo o afirma: " Aquele que crê e seja baptisado se salvará; o que não crê, se condenará" (Mc 16,16).
184 "A fé é um gosto antecipado do conhecimento que nos fará bem-aventurados na vida futura" ( S. Tomás de A., comp. 1,2).

A fé é uma das três virtude teologais -- a saber: Fé, Esperança e Caridade -- porque é infundida (tal como as outras duas virtudes teologais) por Deus (ver ponto 179 acima) na alma dos fieis para faze-los capazes de obrar como seus filhos e merecer a vida eterna.

Assim, o catecismo define a Fé:

A Fé
1814 A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em todo o que Ele nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe, porque Ele é a própria verdade. Pela fé ' o homem se entrega inteira e livremente a Deus' (DV 5). Por isso o crente se esforça por conhecer e fazer a vontade de Deus. ' O justo viverá pela fé' (Rm 1, 17). A fé viva 'actua pela caridade' ( Gal 5,6).

1815 O dom da fé permanece no que não pecou contra ela (cf Cc. Trento: DS 1545). Mas, ' a fé sem obras está morta' ( St 2, 26): privada da esperança e da caridade, a fé não une plenamente o fiel a Cristo nem faz dele um membro vivo do seu corpo.

1816 O discípulo de Cristo não deve só guardar a fé e viver dela senão também professa-la, testemunha-la com firmeza e dinfundi-la: " Todos vivam preparados para confessar a Cristo diante dos homens e seguir-lhe pelo caminho da cruz por meio de perseguições que nunca faltam à Igreja" ( LG 42; cf DH 14). O serviço e o testemunho da fé são requeridos para a salvação: 'Todo aquele que se declara por mim ante os homens, eu também me declararei por ele ante meu Pai que está nos céus; mas a quem me megue ante os homens, o negarei também ante meu Pai que está nos céus' (Mt 10, 32-33).
Em suma: a Fé não se sente, nem é sentimental, é racional. É uma adesão da inteligência e da vontade à revelação de Deus que não pode mentir, nem enganar-se nem enganar-nos. A Fé não é uma adesão irracional nem sentimental ao sentimento romântico como se quer fazer crer no seio da Igreja Católica, principalmente por alguns membros do clero.
Acto de Fé
Meu Deus, eu creio tudo o que Vós revelastes e a Santa Igreja nos ensina, porque não podeis enganar-Vos nem enganar-nos.
E, expressamente, creio em Vós, único e verdadeiro Deus em três pessoas iguais e distintas: Pai, Filho e Espírito Santo; e creio em Jesus Cristo, Filho de Deus encarnado, morto e ressuscitado por nós, e que a cada um dará, segundo as suas obras, o prémio ou o castigo eterno. Nesta fé quero viver e morrer.
Senhor, aumentai a minha fé. Ámen. (7)

Actus fidei
Dómine Deus, firma fide credo et confíteor ómnia et síngula quæ sancta Ecclésia Cathólica propónit, quia tu, Deus, ea ómnia revelásti, qui es ætérna véritas et sapiéntia quæ nec fállere nec falli potest.In hac fíde vívere et mori státuo. Amen. (7)

(2) Associação Cultural Montfort, Documentos, Concílios. Concílio Vaticano I, Sessão III - Constituição Dogmática Sobre a Fé Católica. Capítulo IV - A Fé a Razão, parágrafo 1797 (1869 - 1870), em http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=vaticano1&lang=bra#s3cap3, acedido a 09/05/2007

(3) Associação Cultural Montfort, Documentos, Concílios. Concílio Vaticano I, Cânones sobre a Fé (1869 - 1870), em http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=vaticano1&lang=bra#s3cap3, acedido a 10/05/2007
(4) Associação Cultural Montfort, Documentos, Concílios. Cânones sobre a fé e a razão (1869 - 1870), em http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=vaticano1&lang=bra#s3cap3, acedido a 10/05/2007

(5) A Santa Sé, Arquivo, O catecismo da Igreja Católica, em http://www.vatican.va/archive/ESL0022/__P12.HTM, acedido a 31/05/2007

(6) A Santa Sé, Arquivo, O catecismo da Igreja Católica, em http://www.vatican.va/archive/ESL0022/__P67.HTM, acedido a 31/05/2007

(7) A Santa Sé, Arquivo, O Catecismo da Igreja Católica - Compêndio. Apêndice, Orações Comuns, Acto de Fé, em http://www.vatican.va/archive/compendium_ccc/documents/archive_2005_compendium-ccc_po.html#A)%20ORAÇÕES%20COMUNS, acedido a 09/05/2007

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Pai Nosso, o antigo Padre Nosso

(1) Em Latim (clica para ouvir):

Pater noster, qui es in caelis,
Sanctificétur nomen tuum,
Advéniat regnum tuum,
Fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra.
Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie.
Et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris.
Et ne nos indúcas in tentatiónem.
Sed líbera nos a malo. (2)


(3) Em Grego (clica para ouvir):













(4)

pronuncia-se, em bizantino, mais ou menos assim:

Páter himón ho en tis uranís, haghiasthíto tò ónomá su, elthéto hi vasiliá su, ghenithíto tò thélimá su, hos en uranói kè epì ghís; tòn árton himón tón epiúsion dhós himín símeron, kè áfes himín tà ofilímata himón, hos kè himís afíkamen tís ofilétes himón, kè mì isenéggis himas is pirasmón allà ríse himás apò tu ponirú.
..................................................

(1) Canto Gregoriano, Diversos Cantos selecionados (15/06/2005). Pater Noster, em http://www.christusrex.org/www2/cantgreg/cantos_selec.html, acedido a 23 de Fevereiro de 2007.

(2) São Mateus, capítulo 6, versículo 9 - 13, Evangelium secundum Matthaeum, Nova Vulgata, em
http://www.sanpiodapietrelcina.org/vulgata/mt.htm, acedido a 23 de Fevereiro de 2007.

(3) The Church of Greece, Chanting, The Small Paraklesis to the Theotokos (Unpublished live recording from Athos Holy Mountain), Pai Nosso, no tempo 20 min e 20 sec até ao tempo 20 min e 45 sec, em
http://www.ecclesia.gr/Multimedia/Audio_index/audioindex_en.html, acedido a 23 de Fevereiro de 2007)

(4) São Mateus, capítulo 6, versículo 9 - 13, Gospel in Greek, em http://www.sanpiodapietrelcina.org/greco/mt/15.htm, acedido a 23 de Fevereiro de 2007)


quarta-feira, dezembro 06, 2006

Feliz é a Virgem nossa mãe

Ó Cristo, feliz é a Virgem nossa Mãe, porque perante a saudação do Anjo acreditou que se haveria de realizar tudo o que lhe fora anunciado. A nós, que não cessamos de celebrar a sua conceição virginal, fazei que cheguemos em pureza à solenidade do vosso Natal.

Oração Visigótica. [Congregação das Religiosas Reparadoras de Nossa Senhora das Dores de Fátima (2006). Maria na nossa vida. Acedido a 06/12/2006 em http://www.reparadorasfatima.pt/]


terça-feira, maio 31, 2005

E tambem criou os Anjos

Arcanjo Miguel
Quem São os Anjos?
Os Anjos são espíritos que Deus criou por amor.
Para que servem os Anjos?
Deus criou os Anjos para O amarem e servirem, e participarem da Sua felicidade.
Um dia, Deus mandou um Anjos dizer a Nossa Senhora que A tinha escolhido para ser a Mãe de Jesus.
Deus enviou ainda os Seus Anjos à Terra, em muitas outras ocasiões.
Depois de cumprirem o que Deus lhes manda, os Anjos desaparecem, porque não têm corpo.
Os Anjos são espíritos criados por Deus.
Deus criou os Anjos para O amarem, para O servirem, e para viverem com Ele no Céu.
No Céu, os Anjos adoram e louvam a Deus, e fazem sempre a Sua vontade.
Anjos do Senhor, ajudai-nos a amar e servir Deus!
in Catecismo de 1963